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SCI bate recorde de vendas

17 de fevereiro de 2011 Deixe um comentário

A SCI bate recorde de vendas em janeiro de 2011 e está com agenda de implantação completa para os meses de fevereiro e março.

A cada ano a SCI abre em média 600 clientes novos. No último ano mais 700 negócios com clientes atuais também foram concretizados, reforçando a qualidade da SCI.

Em janeiro, 90 novos clientes já aderiram aos sistemas da SCI, confirmando a liderança de mercado em dezenas de cidades do Brasil. Santa Catarina é o Estado sede da SCI, e a comprovação do sucesso vem de casa, pois a SCI é líder de mercado nas 4 maiores cidades do Estado: Joinville, Florianópolis, Blumenau e São José. E além das maiores cidades catarinenses, a SCI também lidera o mercado de importantes cidades como Itajaí, Balneário Camboriú, Brusque, Jaraguá do Sul, Mafra e Lages. E a liderança se estende à Gaspar, Indaial, Timbó, Ilhota, Massaranduba, Shroeder, Taió, Otacílo Costa, Itapema, Navegantes, Porto Belo, Bombinhas, e muitas outras.

Sobre a liderança, Elinton Marçal, diretor de tecnologia e marketing da SCI afirma: “Ser líder de mercado é conseqüência de muito trabalho sério. É o que fazemos há 20 anos, pois nos dedicamos com exclusividade para desenvolver os melhores sistemas contábeis e confesso que atender bem é um grande diferencial da SCI, sempre buscamos respostas rápidas para todas as necessidades das empresas contábeis. Somos parceiros dos contadores, e com as mudanças tecnológicas exigidas pelo governo como NF-e e Sped, nos tornamos também parceiros dos empresários em geral, pois desenvolvemos sistemas WEB que integram as informações dos sistemas gerenciais com os nossos sistemas, ou seja, trabalhamos com a minimização de trabalho tanto para os contadores quanto para as empresas que ele atende”.

Para quem trabalha com a SCI esta parceria citada por Marçal é muito clara, e segundo ele (Marçal) é por este motivo que a SCI consegue ser sempre pioneira. Acompanhe a linha do tempo:
- em 1991 a SCI lançou os primeiros sistemas contábeis em Clipper, exemplo de modernidade na época;
- em 1995 a SCI já começava a desenvolver sistemas em Windows, lançando as primeiras versões em 1998. Foi uma das primeiras empresas brasileiras de softwares a lançar sistemas em Windows com banco de dados gratuito;
- em 2005 as tecnologias WEB da SCI vão além das expectativas, oferecendo recursos inéditos e exclusivos que somente os clientes da SCI tem; e
- em 2006 a SCI deu início a mais um projeto visionário, o desenvolvimento do Único – ambiente contábil, é a terceira geração de sistemas da SCI.

Sobre o Único – Ambiente Contábil

Elinton faz a introdução: “o Único é uma revolução tecnológica que a SCI está criando para as empresas de contabilidade do Brasil, possuindo recursos inovadores no mercado contábil”.

O Único já está em funcionamento em 5 clientes da SCI Blumenau, onde esta sendo testado e avaliado diariamente.

O Único não vai substituir a linha de sistemas Visuais da SCI, ou seja, ninguém vai ser obrigado a trocar de sistema, o Único será somente um novo produto da SCI e sua comercialização em grande escala deverá começar em 2012.

O diretor da SCI, Elinton Marçal finaliza dizendo: “Preparem-se para o futuro, pois somente você, cliente da SCI, terá os recursos que o Único vai oferecer. E para os clientes atuais a SCI oferecerá vantagens diferenciadas para que se tornem Único”.
O que resta é esperar o desfecho de mais esta inovação da SCI, um ambiente contábil! Sem dúvida uma criação que só poderia ser feita pela SCI, uma empresa que só pensa e trabalha para facilitar o dia-a-dia do contador através do desenvolvimento de tecnologias de ponta.

Por Magda Battiston – Assessoria de Comunicação da SCI

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Portaria 1.510/09

15 de dezembro de 2010 Deixe um comentário

Artigo escrito por Elinton Marçal, diretor de tecnologia e marketing da SCI Sistemas Contábeis.

É isso mesmo, o novo ponto eletrônico está nascendo velho. A sensação que eu tenho é que a qualquer momento o Ministério do Trabalho vai abortar esta idéia. O novo sistema chamado de REP não se beneficia da tecnologia de uma forma correta, pois como analista de sistemas e empresário atuante no meio contábil consigo visualizar que existem equívocos primários nesta reforma às avessas.

O QUE AS EMPRESAS USAM HOJE?
Existem várias formas de registro eletrônico de ponto. Desde os registros simultâneos em catracas, nos relógios eletrônicos e em computadores, até formas mais recentes vinculadas à comunicação via celular ou satélite. Cada tipo de atividade utiliza a forma mais adequada, facilitando para os trabalhadores e para as empresas.

Além disso, como ferramenta tecnológica que é, as formas eletrônicas de registro de ponto estão em constante evolução. Se há vinte anos era inviável pensar em registro de ponto via celular (ou tecnologia 3G), até porque essa tecnologia mal tinha sido criada, hoje em dia essa é uma alternativa viável e que vem sendo utilizada.

Mas agora isso acabou, chegou a era REP, de reprise, voltamos ao passado!

O QUE É O REP?
De acordo com a portaria, a partir de 1 de março de 2011, os equipamentos que registram a chegada e a saída dos empregados terão que incluir uma impressora para emitir comprovantes – que devem ser arquivados por cinco anos. O governo pretende, assim, diminuir as ações trabalhistas.

Para mim o REP é um retrocesso, um desperdício de tempo, dinheiro e tecnologia, e vou listar uma série de informações que comprovam isso:
- O gasto médio com a compra de um REP é de R$ 4.500,00.
- A estimativa é que o volume de comprovantes impressos no papel chegue a um bilhão por ano, uma política que vai contra a sustentabilidade ambiental, que além do papel, gastarão tinta e produzirão muito de lixo eletrônico, pois aonde irão os atuais, modernos e eficientes relógios? Pro lixo! Pois os novos estão obsoletos e os velhos serão implantados…
- A medida poderá afetar até 481 mil empresas – são aquelas que têm mais de dez funcionários e, por lei, são obrigadas a controlar a jornada dos trabalhadores.
- Atualmente, 60% das firmas utilizam o sistema eletrônico, que é mais eficiente.
- Dados do setor privado apontam para a existência de um milhão de relógios de ponto informatizados no país. A estimativa é de que 60% deles serão trocados para atender à nova legislação e outros 40% voltarão ao sistema mecânico, que custa a metade do preço.

PREJUÍZO PARA EMPRESAS, TRABALHADORES E MEIO-AMBIENTE
Em suma, o que percebemos é que as empresas serão obrigadas a investir em gastos desnecessários com uma máquina específica para registro eletrônico de ponto, somente para atender caprichos do Mistério do Trabalho, sendo que num mundo cada vez mais WEB, outros meios tecnológicos bem mais baratos e benéficos para todos, poderiam ser escolhidos.
O REP, a cada batida de ponto, imprime um comprovante, logo cada trabalhador receberá de brinde quatro comprovantes por dia que devem se juntar aos comprovantes de pedágios, cartões de crédito, entre outros. É papel para ninguém botar defeito e também não servir para nada. Imagine em uma ação trabalhista: o empregado para provar as horas extras não pagas terá que apresentar os comprovantes! Pois bem, finalmente o saco do papai Noel vai
ter utilidade para o resto do ano!
E quem irá conferir os comprovantes? Uma nova profissão está criada, o auditor de comprovantes de REP! Ficou bonito o nome, não é? Mas além de levar a papelada, nossos trabalhadores participarão diariamente de uma dinâmica de grupo incrível! É a fila do ponto que se repetirá a cada expediente. Sim, porque cada batida de ponto leva em média 6 segundos entre a batida e impressão. Mas a boa notícia para os empregados é, se a fila demorar bastante, lhe renderá mais horas extras.
Um bom REP custa em média R$4.500,00, então o empregador pode pensar, por apenas R$4.500,00 eu vou ficar livre de acusações injustas de horas extras? Lógico que não, pois um único aparelho não basta, em caso de problemas técnicos tem que existir um backup. Que beleza! E voltando a história da fila, o empresariado que se prepare com catracas de acesso ao relógio ponto e um aparelho por andar ou por setor, pois senão o cálculo vai pesar nas
horas extras. Mas bom mesmo ficou para as construtoras, um aparelho em cada obra.
Tem mais uma coisa chata no REP, é a troca de bobina que imprime os comprovantes. Já pensou acabar o papel quando o pessoal estiver batendo o ponto de saída? É mais controle gerando despesas administrativas.
Mas o REP não para por aí, ele é lacrado, portanto quando o disco de gravação esgota, o aparelho inteiro tem que ser guardado e ai é simples, o empregador compra outro. Vamos refletir! A tecnologia a cada 5 anos evolui muito, então imagine este equipamento daqui uns 15 anos, será que vai dar para ler as informações? Empresários! Comecem a rezar desde já! Porque vai precisar de sorte e muita fé.

QUEM ESTÁ FELIZ COM O REP?
Para não dizer que o descontentamento é geral, vale lembrar que pelo menos o Ministério do Trabalho deve estar feliz, pois o seu projeto está prestes a começar! Bom,no meu ponto de vista a nova portaria 1.510/09 traz mais alguns pontos críticos e atrasos:
- O REP não evita a fraude, ou seja, não soluciona a situação para o qual foi criado.
- É um retrocesso tecnológico, induzindo ao abandono de formas eletrônicas de registro de ponto, ao mesmo tempo em que não permite que as formas já existentes evoluam ou que sejam criadas novas formas;
- Prejudica relações de trabalho já estabelecidas e baseadas na confiança;
- Gera graves riscos à segurança da informação, além de insegurança jurídica.

A MELHOR OPÇÃO TECNOLÓGICA PARA O PONTO ELETRÔNICO
Defendo uma opção muito mais econômica e eficaz, utilizando uma solução WEB, onde por meio de um simples “layout” os sistemas de ponto disponibilizariam as informações ao Ministério do Trabalho, e desta forma os empregadores, empregados e próprio MTE poderiam consultar as informações on-line.
Poderiam ser criadas muitas ferramentas como denúncias, ouvidorias e até contestações e quitações de horas extras. Além do site do MTE, a própria empresa seria obrigada a disponibilizar as informações aos seus empregados via WEB diariamente com opções de consultas e impressão mensal ou por um período selecionado, evitando a impressão de comprovantes a cada batida de ponto, sendo no mínimo ecologicamente correto.
Mas a grande diferença seria a comprovação de horas trabalhadas com fácil visualização na WEB por parte de empregados e empregadores dificultando a fraude. Usando a tecnologia a seu favor o MTE poderia criar muitas ferramentas viáveis como por exemplo: uma integração de ponto eletrônico fechada, onde os usuários dos sistemas de folha de pagamento não poderiam alterar estas informações obrigando os sistemas de RH a calcularem as horas
devidas, do contrário o sistema seria fraudulento.
No caso do empregador que mantém emprego escravo, ele vai continuar sendo um fora da lei com qualquer tipo de sistema, neste caso somente a fiscalização resolve.
Lembra quando eu disse que a coisa era séria, e é mesmo! Quando esta portaria foi aprovada, muitas empresas desta área fecharam as portas ou foram vendidas. E quem sobreviveu, investiu muito, agora Ministério do Trabalho, quem irá nos salvar?

As instituições governamentais devem se preocupar com soluções práticas, integradas e de baixo custo, usando a tecnologia a favor de todos, pois
fazer inovações caras e inviáveis é comprovadamente muito fácil.

Elinton Marçal
Diretor de Tecnologia e Marketing da SCI

Fonte: SCI

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Quem tem prazo de validade são os sistemas ERP e não os profissionais contábeis

24 de dezembro de 2009 Deixe um comentário

Artigo escrito por Elinton Marçal com relação a declaração do presidente da TOTVS, Laércio Cosentino, dada no dia 16 de dezembro de 2009.

“Com o advento do Sped e a formulação de sistemas completos o Contador corre o risco de perder a função” – declarou Laércio Cosentino – presidente da TOTVS.

Quando uma pessoa importante fala em alto e bom tom um equivoco desse, a repercussão é inevitável. A declaração do presidente da TOTVS, Laércio Cosentino, dada no dia 16 de dezembro de 2009, mostra a importância do conhecimento especializado. As empresas de tecnologia para ERP e Gestão em muitos casos são genéricas, fazem sistemas para diversas categorias sem se aprofundar em um segmento específico.

O trabalho que a tecnologia faz para as empresas contábeis é o de rotina, não o de conhecimento intelectual, e mesmo para desenvolver estas rotinas é necessária a participação do Contador, além disso, é preciso que por trás das máquinas estejam bons profissionais contábeis que saibam o significado dos dados apontados e configurados. O profissional contábil tem que interpretar e descriminar o que realmente interessa para seu cliente, ele é um consultor.

A integração entre sistemas de ERPs e sistemas contábeis é uma pratica comum há muito tempo, a única diferença é que agora o governo criou um layout padronizado chamado Sped Fiscal que contempla serviços de livro digital. A redigitação de notas fiscais por empresas contábeis nunca foi a principal atividade de um Contador e muito menos a impressão dos livros que geralmente já eram terceirizados por gráficas.

Muitos empresários acreditam que a missão do Contador é a de digitar notas fiscais e calcular impostos que, de preferência, resultem em pouco imposto a pagar, para estes realmente o Contador está com os dias contados.

Com a entrada da microinformática no Brasil no final dos anos 80, os empresários da contabilidade foram verdadeiros desbravadores da micro-informática, pioneiros na informatização de suas empresas, pois ainda hoje é comum vermos profissões se arrastando tecnologicamente.

No Brasil atualmente não existe Contador desempregado, é comum se ver nos classificados a oferta de emprego para esta área e com a entrada do Sped a falta de mão de obra está aumentando, pois as empresas estão necessitando de mais consultoria contábil das empresas contábeis e de tecnologia.

Os sistemas informatizados estão aí para ajudar os profissionais de qualquer área, principalmente os trabalhos repetitivos e desgastantes que não exigem o conhecimento e muito menos o pensamento.

Esta semana estava lendo um artigo do especialista contábil e estudioso em Sped, Roberto Duarte, no Blog do Contabilidade na TV, que diz exatamente o contrário do que defende o diretor da TOTVS, que diz o seguinte, “Primeiro contrate um bom contador, depois pense no ERP”, o que isso quer dizer?

Para concluir acredito que sistemas de ERP/Gestão generalistas, não especialistas, estes sim correm o risco, num prazo máximo de 20 anos, de não existirem mais, pois somente os sistemas especializados atingem o objetivo e atendem as expectativas das empresas, pois possuem muito mais qualidade.

Ser especialista é fundamental, pois pessoas que não conhecem o mundo contábil acabam achando que uma profissão inteira se resume numa integração de Sped Fiscal.

* Elinton Oliveira Marçal é analista de sistemas, diretor da SCI Sistemas Contábeis Integrados.

Fonte: Contabilidade na TV

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